Arquiteturas de Alta Disponibilidade em Energia Crítica: N, N+1, 2N e 2(N+1)
Arquiteturas de alta disponibilidade em energia crítica seguem uma nomenclatura técnica específica: M(N+R), onde M é o multiplicador, N é
Arquiteturas de alta disponibilidade em energia crítica seguem uma nomenclatura técnica específica: M(N+R), onde M é o multiplicador, N é
A resposta é a resposta padrão: depende. Nesse artigo, vamos explorar as funcionalidades da STS, suas aplicações, vantagens e desvantagens.
Redundância em Energia Crítica é um dos pilares mais importantes para garantir continuidade operacional em ambientes onde a interrupção simplesmente
Os equipamentos têm sua função individualmente, mas eles estão inseridos em uma instalação que tem suas complexidades. Como conseguimos extrair o máximo do potencial que temos a disposição?
Existem diversas formas de armazenar energia para sistemas UPSs, a moda do momento são as baterias de Lítio. Na prática, devemos mesmo usá-las em sistemas UPSs ou devemos manter a tecnologia clássica das baterias VRLA?
Primeiro de tudo, precisamos lembrar que um bom projeto elétrico não dimensiona o UPS para que ele seja o principal equipamento responsável pela autonomia (essa é a função do gerador!). O UPS precisa de energia armazenada apenas para garantir o tempo de partida/transferência para o gerador de maneira sem interrupção.
As baterias VRLA devem ser projetadas em sinergia com o UPS, considerando potência ativa, autonomia, redundância e fatores de envelhecimento e projeto. O objetivo é garantir segurança elétrica, desempenho adequado e evitar sobredimensionamento.